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sábado, 25 de novembro de 2017

A poesia de Rubaiyat - Omar Khayyam




"A poesia de Rubaiyat  canta a existência humana, a brevidade da vida, o êxtase e o amor. Omar Khayyam desenvolveu em sua obra poética a concepção do êxtase do vinho como transcendência do homem."
.







"Ao fazer o elogio do vinho e da embriaguez como remédio para a desesperança da vida (que seria apenas uma brevíssima interrupção num grande Nada), Omar Khayyam nos convida à fruição do presente, com suas rosas, pássaros, música e amores, como se o instante pudesse ser um simulacro da eternidade, e nos convoca para um jogo fugaz, lembrando a todo tempo que o universo é inexplicável, e mais parece a criação de um insensato."


Um livro pra se ter sempre por perto.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Parque Guinle - RJ







Que tal conhecer os ilustres moradores do Parque Guinle?
Um lugar agradável para passear com a família, os amigos ou mesmo sozinho
Vale tirar fotos ou levar um livro para ler na sombra de uma árvore, andar em suas alamedas, gramados e admirar suas plantas tropicais.
Uma beleza!

O parque fica em Laranjeiras, na rua Gago Coutinho, 66 no Rio de Janeiro


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domingo, 29 de outubro de 2017

Bolo de aipim, mandioca ou macaxeira diet

Este é um bolo feito com adoçante para quem não pode ou não quer comer açúcar.







Pegue 600g de mandioca, descasque e rale no modo grosso. Junte um ovo, 1 colher (sopa) de margarina, 3 colheres (sopa) de coco ralado, 5 colheres (sopa) do adoçante próprio para forno  "Tal e Qual" e 100ml de leite de coco. Misture bem e coloque em uma forma untada. Asse em forno médio alto por aproximadamente 30 minutos. Enfie o garfo, que deve sair sequinho,  pra ver se já está bom. Deixe amornar e desenforme.
Agora é só saborear... Hummmmm!



Uma história de monstro



A história do  monstro "Marenga do mar".

A noite já ia alta, quando gotas  grossas de chuva começaram a cair.
Corria uma lenda, que em noites de tempestade, um ser monstruoso que vivia no fundo do mar, costumava sair à procura de donzelas distraídas pra saciar a sua fome. Marenga, era como lhe chamavam, Marenga do mar.

Maria vivia sozinha no alto de uma colina e gostava de apreciar a chuva.
Nesta noite a chuva viera forte, com muitos relâmpagos e trovões assustadores., uma grande tempestade... Maria sentiu medo e desejou alguém que lhe fizesse companhia. Mas quem sairia neste tempo pra chegar até sua casa? Lembrou-se do Arenga do mar, apesar de não acreditar na sua existência, era apenas uma lenda. E para se distrair, pôs-se a chamar por ele, como uma brincadeira.
“Marenga do mar  vem dormir mais Eu.”
“Marenga do mar vem dormir mais Eu”

Chamou várias vezes e nada... ela então sorriu. Quando já estava quase adormecendo, ouviu passos se arrastando e ficando cada vez mais perto.
Subitamente os passos pararam e Maria ouviu batidas na porta.
“Quem é? – perguntou.

- “Sou eu, Marenga do mar, que você chamou, Maria, abre a porta que eu quero te comer.”

Maria estremeceu e foi tomada de pânico. Seu gato, vendo-a assim tão assustada, falou por ela:
“Maria lavou mão. Maria lavou pé, Maria já foi se deitar.”

E Marenga repetia:
“Maria abre a porta que eu quero te comer.”

E o gato respondia:
 “Maria lavou mão. Maria lavou pé, Maria já foi se deitar.”

E Marenga repetia:
“Maria abre a porta que eu quero te comer.”

E o gato respondia:
 “Maria lavou mão. Maria lavou pé, Maria já foi se deitar.”

E Marenga repetia e o gato respondia...

Por um instante fez-se um grande silêncio e logo a seguir os passos se arrastaram novamente, mas dessa vez se distanciando, cada vez mais longe.
Maria abraçou o gato e dormiu...


Entrou por uma canela de pato, saiu por uma canela de pinto.

- História que Ceição nos contava em dias de chuva...


sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Molduras de papel



Emoldurando
Uma moldura é por si só, uma peça de adorno. Serve para embelezar, valorizar ou resguardar uma gravura, uma foto ou até mesmo um espelho.
Também pode embalar sonhos, fantasias e quimeras, seja em verso ou em prosa, uma palavra ou uma simples flor...

Com pedaços de papel de presente ou folhas de revistas bem coloridas, podemos fazer essas moldurinhas e enfeitar uma página de um caderno, um cartão ou mesmo uma embalagem para presente...

Experimente!

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quinta-feira, 20 de julho de 2017


No coração de todos os invernos vive uma primavera palpitante, e, 
por trás de cada noite, vem uma aurora sorridente.

(Khalil Gibran)

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“Nada cria tão rapidamente uma atmosfera de felicidade como a fragrância.
A mente insensivelmente se esquece de seus cuidados e a alma sonha”
   
                             Jeanne Rose

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domingo, 25 de junho de 2017

domingo, 11 de junho de 2017

Livro: O lápis do carpinteiro


Bom de ler!

O Lápis do Carpinteiro - é uma história de amor cheia de ternura e humanidade, vivida em plena Guerra Civil Espanhola, narrada em uma linguagem poética, que ameniza os horrores vividos pelos protagonistas.


“O romance de Rivas “é uma grande história de amor, melancolia e liberdade”, segundo seu próprio autor. E acrescenta: “é uma história de amor que se sobrepõe à destruição, uma história de liberdade que se sobrepõe à suspensão das consciências e uma história de lucidez que se sobrepõe à alienação.”


Um trecho do livro: página 77
Tio Nan

(...) Para Herbal, Nan era um ser estranho. No pomar havia uma macieira coberta de musgo branco, o preferido dos melros. Era assim, entre os de sua família, aquele tio-avô carpinteiro. Naquela aldeia, a velhice estava sempre espreitando. Repentinamente, mostrava os dentes numa esquina sombria, enlutava as mulheres num canto de névoa, mudava as vozes com um gole de aguardente e enrugava a pele na passagem de um inverno.
Mas a velhice não transpassara Nan. Caiu sobre ele, cobriu-o de cabelos brancos e de pelos brancos que se encrespavam no peito e vestiam seus braços como o musgo veste os galhos da macieira, mas a pele amarelava, lustrosa, como o cerne do pinheiro nacional, os dentes reluziam brilhantes pelo bom humor, e além do mais andava sempre com aquele adorno vermelho na orelha. O lápis do carpinteiro. Na oficina de Nan nunca fazia frio. O chão era um leito macio de ripas. O aroma da serragem matava a umidade. (...)


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sábado, 10 de junho de 2017

Chita bonita


Vesti meus cabides com chita para as roupas não escorregarem...





Chita bonita


A chita é um tecido cheio de flores coloridas que mais parece um jardim. Tem flores de vários tamanhos, de todas as cores e sempre muito alegres.
A chita nasceu na Índia medieval, terra cheia de mistérios e sedução, acho que por isso ela é tão encantadora. Os portugueses quando lá estiveram, se encantaram e levou a chita para Portugal.
Pouco depois do descobrimento, lá pelos anos 1800, os portugueses trouxeram a chita para o Brasil.  Foi a alegria das mulheres, que começaram a fazer lindos vestidos, enchendo as ruas das cores alegres da chita. Mas por ser um tecido muito barato,o morim, só ganhou popularidade entre as mulheres mais pobres. As mulheres mais ricas preferiam a seda, tecido mais nobre que as diferenciavam das demais.
Com o passar do tempo ela foi sendo fabricada aqui mesmo no Brasil, ganhando simpatia, conquistando a todos com seu colorido. A chita continua simples e bonita, mas ganhou uma conotação mais chic.
Hoje ela é muito apreciada, tanto em peças de roupas, como em acessórios, decoração e artesanatos.
Quando as flores são pequenas, dizemos que é “chitinha”, de flores grandes é “chitão”. Mas é tudo a mesma chita, tecido de algodão em trama frouxa e engomadinha, o morim. Só é chita se for morim. Se alguém fizer essa estampa sobre outro suporte que não seja morim, certamente a referência do novo tecido será “estampa de chitão”.

A chita é como uma mulher bonita, despenteada e de pés no chão.



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