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sexta-feira, 11 de março de 2016

A borboleta


Minha janela se abre para uma paisagem que parece pintada para cartão postal. Vejo a mata verde, a montanha; abaixo, as copas das árvores que ladeiam a rua formando um imenso tapete.
Todas as manhãs passa uma borboleta, batendo as asas num perfeito bailado ao sabor do vento. É uma borboleta colorida, plena de luz. Acompanho-a com o olhar até vê-la desaparecer entre as folhagens.
Me espanto de alegria ao contemplar esta bailarina que, todas as manhãs, espero que passe, lépida e luminosa... Dourada aos raios do sol...

(Texto e foto de Estela Siqueira)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Cozinhar é preciso...




Preparar um almoço especial, um bolo de aniversário, uma sobremesa gostosa, um café caprichado para a família um lanche para as crianças ou para os amigos são atos de amor e delicadeza.
Ao cozinhar nós ativamos os nossos cinco sentidos, o tato – ao manusear os alimentos sentindo a textura de cada um deles; a visão – contemplando suas formas, suas cores; o olfato – o cheiro que se desprende ao cozinhá-los atiça o nosso apetite; a audição – aquele chiado da comida sendo feita que se espalha pela casa; e por último o paladar ao sentarmos à mesa e devoramos tudo com satisfação.
Cozinhar também acalma a mente e o coração. Para tal, cozinhe em silêncio... Ou cante.

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domingo, 7 de fevereiro de 2016

A florista


A florista

"Sou uma florista,
Flores estou vendendo...
- Eu não quero flores
Quero a tua mão
Eu só vendo flores
pague-me um tostão
- Eu quero as flores
E o seu coração
O meu coração
Não estou vendendo
- Venha cá menina
Que por ti estou morrendo"

(Modinha de outros tempos)

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Coleção Primavera-Verão


Coleção Primavera-Verão

A tendência desta coleção são as cores, vivas ou suaves, com nuances e matizes sutis.
De feitios delicados ou arrojados, dançam ao sabor do vento ou da mais leve brisa.
Os tecidos são leves com o toque acetinado e a maciez de uma flor.









Invista numa peça desta coleção!

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domingo, 15 de novembro de 2015

Canteiros




Ixora

“A Ixora chama a atenção por seu colorido vivo e brilhante. As flores que surgem com mais intensidade na primavera e verão, quando desabrocham continuamente, atraem beija-flores e borboletas. Elas são brancas, róseas, amarelas, alaranjadas ou vermelhas, nas mais variadas tonalidades, singelas ou dobradas. A planta pode ser pequenina, chamada mini-ixora, mais a maioria tem entre 1m a 1,5m.
As brancas chegam a tingir 3m de altura.
A ixora prefere locais de clima quente para seu desenvolvimento e ocorre na África (Madagáscar), China, Índia, Sumatra e Tailândia. Os especialistas afirmam que existe cerca de 400 espécies em todas as regiões tropicais. A planta que tem diversas denominações – flor de coral, hortênsia japonesa, ixora chinesa, ixora cheirosa, ixora rei, jasmim inglês, jasmim brilhante, jasmim vermelho – foi introduzida no Brasil há mais de dois séculos.”

Livro de Ouro das Flores – Cecília Beatriz L. da Veiga Soares)

sábado, 15 de agosto de 2015

Cheiros e ruídos


O entardecer vinha perfumado pelas roseiras. Sempre imaginava que o ar era carregado de pétalas, mas por algum processo, o vento captava, ao passar, apenas o perfume.
Os jardins eram enormes, mas o cheiro das rosas prevalecia. Atrás da casa, sentia-se o odor dos pinheiros e, mais adiante, o dos eucaliptos. As mangueiras só recendiam quando estavam carregadas e no laranjal sempre achei que o perfume era de flor e não de fruta.
Assim cada lugar tinha o seu cheiro peculiar e, quando havia lua, os diversos perfumes pareciam ficar mais fortes, ativados pelo luar.
Dentro da casa, cada quarto tinha o seu perfume (...)
Quando voltava do colégio o cheiro vinha sempre da cozinha. Cada tipo de galinha tinha o seu perfume familiar – galinha assada, de molho pardo, ensopada com mangaritos. O feijão mulatinho recendia sempre. Percebia-se logo a hora em que era refogado, o odor do alho fritando na cebola. Era um cheiro quente.
(...)
A roupa era lavada no grande tanque do Rancho e pendurada em varais intermináveis. Uma boneca de anil pousava sempre na borda do tanque, como uma caixa de Pandora, escondendo o branco. Havia mil odores e mil ruídos – o lavar, o enxaguar, o estender da roupa. Depois, o ferro deslizando na mesa, pousando na lata e a lavadeira soprando. Por fim, o barulho surdo do dobrar dos lençóis, empilhados cuidadosamente e colocados no armário por vovó. Tudo isso mesclado do ruído dos passos, de vozes e cantigas. (...)
De noite, ouvia-se o coaxar dos sapos, silvos de serpente. De manhã era o mugir dos bois abafando o canto dos passarinhos.
(...)


Rachel Jardim - do seu livro Cheiros e Ruídos

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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Flores no Azul...

Participado da blogagem coletiva de;

São borboletas ou são
Flores que criaram asas e voaram para o Azul?

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terça-feira, 12 de maio de 2015

A Peste

A Peste

Palavrões também saem de moda.
Nem faz muito tempo, era comum num momento de raiva ou inquietação, se ouvir da boca de muitas pessoas, com muito gosto, o impropério “peste”. – Eita peste! Ô peste! 
Uma palavrinha mágica, pois após proferi-la, parecia que a calma se avizinhava.
Seria essa a função da “peste”, trazer calma para quem a requisitasse?

Pois bem! 
Conta-se que a “Peste” é uma senhora alta, muito magra, esquálida até. Trajava um vestido preto todo esfarrapado, trazendo sempre na mão uma agulha de costura imensa com linha enfiada, pronta para o uso. Isto porque, toda vez que se sentava para costurar seu vestido, alguém a chamava, e ela, rapidamente corria para atender tal pessoa. Por vezes, na pressa, conforme o tom e a intensidade do chamado, acabava por rasgar ainda mais o seu vestido.
Conta-se ainda que esta senhora ficava muito zangada e trazia sua agulha, também com a intenção de espetar quem a havia chamado, mas isto se tornava quase que impossível, pois mal chegava perto do indivíduo, outro já a estava chamando.

Nos dias de hoje, não tenho conhecimento que as pessoas continuem chamando por ela. Talvez em lugares mais remotos ou pessoas de mais idade ainda se lembrem da “Peste”.
Acredito que esta senhora tenha conseguido, por fim, costurar o seu vestido e, quem sabe, até ter feito um novo e bem colorido.

Texto de Estela Siqueira




segunda-feira, 4 de maio de 2015

Para quem ama artesanato

Achei no Blog: So Sweets So Cute Meu Lar Meu Coração

Paper Napkin Transfer Criando seu próprio papel de scrapbook com guardanapo de papel

Hoy un tip muy frugal para participar del Finde Frugal de Colorin Colorado que nos invita Marcela,perdoname que está en português el tutorial, estoy muy gripada y lo hice muy rápido para no perder la fiesta tan bonita de Marce..
Vou fazer uma transferência de servilleta y transformá-la en una hoja de papel de scrapbook.
1.Escolha o guardanapo de sua preferência
2. Filme plástico; esse que usamos na cozinha para embalar alimentos.
3.Papel A4 que usamos para impressora, ou pode ser de uma gramatura 120 ou 180 grs,vai depender do trabalho que vai ser feito.
4.Coloca-se o filme plástico na folha de papel A4 prenda com alfinetes para poder recortar as sobras do filme plástico sem que o filme saia do lugar.
5.Deixe apenas uma pequena sobra do plástico
6.Escolha o guardanapo de papel(servilleta)

7.Retire as duas películas adicionais, deixando apenas o estampado.Coloque o guardanapo em cima do filme plástico e por cima do guardanapo papel manteiga.   

Coloque então nessa ordem:
Papel A4
Filme Plástico
Guardanapo
Papel Manteiga
Eu costumo fazer com o forro antiaderente da mesa de passar roupa para que quando derreta o filme plástico não grude em nada e saia facilmente.



8.Coloque o ferro sem o modo vapor na temperatura máxima, e com muito cuidado vá passando o guardanapo principalmente nas pontas para que fique com uma boa adesão.   

9. Veja que lindo resultado,um papel com a transferência do guardanapo sem rugas ou marcas, pronto para ser usado em qualquer projeto. 
Este papel A4 é de 75grs Você pode fazer de distintas gramaturas.
Gosto também de usar papel cartão para fazer Tag,recorto o tag e transfiro o guardanapo da mesma maneira para o tag recortado. 
O cartão fica completamente liso,sem rugas ou marcas,como se tivesse sido feito com folhas de scrapbook.
Com a variedade de guardanapos podemos fazer diversas folhas diferentes e economicamente mais interessante.  

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