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sábado, 19 de janeiro de 2013

Gaiolas pra que te quero?


"Passarinho cantou de dentro de uma gaiola, cantaria melhor se fosse do lado de fora"
Nas minhas andanças, encontrei este passarinho preso numa gaiola ao ar livre. 
Não gosto de ver passarinho preso.
Passarinho foi feito pra ficar em liberdade por isso tem asas.

Prefiro gaiolas como objeto de decoração, como estas:






Passarinho  livre canta mais bonito

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Tardou mas não falhou...


Bem, com relação à postagem abaixo, tudo ficou resolvido, as minhas duas encomendas foram encontradas e já foram entregues.
Atrasou um bocado, mas o importante é que chegaram às mãos de seus destinatários.
Obrigada ao pessoal dos Correios.

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Escrevo-lhes estas mal traçadas linhas





"Escrevo-lhes estas mal traçadas linhas"... Era assim que começava uma carta.

Escrever, enviar e receber cartas é uma das coisas mais prazerosas que existe. 
Quando nos mudamos para o Rio de Janeiro, em 1955, minha mãe escrevia muitas cartas para a família e amigos que ficaram na nossa cidade. Era com muita ansiedade que esperávamos as respostas, pois demorava muito a chegar.


 Minha mãe recebia tantas cartas, que o carteiro do bairro já sabia quando era lá pra casa, mesmo com o endereço incompleto. Bastava ter a indicação da cidade remetente e ele já reconhecia, e olha que nem tinha CEP naquela época.  Pelo seu conhecimento, só a nossa família naquele bairro, recebia carta daquela cidade. 
Este carteiro gostava de papear, e muitas vezes tomava um cafezinho lá em casa, ficou nosso amigo. Quando ele se aposentou passou as instruções para o que o substituiu e de vez em quando ia  nos visitar.


Mas o tempo passou e tudo ficou urgente.
Veio a internet, e já não se enviam cartas como antigamente, agora a comunicação é rápida, veloz, rápida como um raio. Isso é bom, muito bom, mas quando queremos mandar algum objeto, aí entra o bom e amável correio.

O Correio agora tem CEP e está informatizado... mas como se atrapalha! 
Atrasa e às vezes até perde o objeto postado, e já não podemos resolver o problema diretamente com o carteiro, tem protocolo e espera pra tudo. Fica-se à espera no telefone ou o sistema cai e o site não funciona.


Atualmente tenho enfrentado problemas de atraso na entrega de objetos e correspondências, mas desta vez sumiram com uma das minhas encomendas, não foi entregue e nem consta como postada. Fiz a reclamação e estou aguardando. Espero que a encontrem. 
E o pior é que quando a gente coloca uma encomenda registrada, ainda dá pra reclamar, mas se colocar simples... esqueça, pois vai ficar por conta da sorte.

Este é o meu Brasil, este é o Correio Brasileiro...

Às vezes tenho saudades daquele correio vagaroso e desinformatizado.

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

RÚSTICA






A beleza ideal está na simplicidade calma e serena.
 (Goethe)

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

A escada



Coral


Vou sendo incorporado pelas formas pelos cheiros pelo som pelas cores.
Manoel de Barros
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domingo, 9 de dezembro de 2012

Biblioteca das Moças



Entre as quatro filhas da minha mãe, eu ocupo o penúltimo lugar, as duas que me precedem, sempre eloquentes e cheias de razões. A caçula, mimada por todos, inclusive por mim apesar da pouca diferença de idade. Cresci nesse meio termo, ora como as mais velhas ora como a mais novinha. A diferença entre as nossas idades é de três anos entre uma e outra, numa  escadinha.


 Enquanto éramos crianças, essa diferença não era muito significativa, mas quando cheguei aos meus 13 anos, a diferença ficou bastante marcante, pois enquanto ainda curtia as brincadeiras infantis com a mais nova (9 anos), as duas mais velhas, então,  com 16 e 19 anos  já tinham outros interesses mais adultos (ou quase).  Ficaram vaidosas e namoradeiras.


Então me dividia entre os dois interesses.  Subia em árvores, jogava bola, brincava de pique ou com as bonecas.  Entre uma brincadeira e outra ficava ligada nos interesses das maiores, nas escolhas das roupas, esmaltes, batons e saltos de sapatos...

Eu gostava de ler os livros que elas colecionavam e trocavam com as amigas. Eram romances policiais, fotonovelas e romances diversos de escritores famosos.
Os mais populares da época eram os livros da coleção “Biblioteca das Moças”,  histórias de amor que sempre acabavam bem, geralmente entre uma moça simples e um moço rico ou importante, como num conto de fadas.


Dentre os mais famosos eram os assinados por M. Deli. As histórias eram todas parecidas, mas o que eu mais gostava era a descrição dos personagens, dos trajes, dos gestos e do ambiente sempre muito amplo e arejado  com cortinas brancas de musseline esvoaçando nas janelas das apaixonadas.
A imaginação voava solta...


Para as que não viveram essa época e quiserem saber mais da Biblioteca das Moças,
e para as que vivenciaram relembrarem com prazer,
 cliquem AQUI 
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sábado, 8 de dezembro de 2012

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Um passeio no Jardim







Jardim Botânico - RJ
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