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domingo, 29 de outubro de 2017

Bolo de aipim, mandioca ou macaxeira diet

Este é um bolo feito com adoçante para quem não pode ou não quer comer açúcar.







Pegue 600g de mandioca, descasque e rale no modo grosso. Junte um ovo, 1 colher (sopa) de margarina, 3 colheres (sopa) de coco ralado, 5 colheres (sopa) do adoçante próprio para forno  "Tal e Qual" e 100ml de leite de coco. Misture bem e coloque em uma forma untada. Asse em forno médio alto por aproximadamente 30 minutos. Enfie o garfo, que deve sair sequinho,  pra ver se já está bom. Deixe amornar e desenforme.
Agora é só saborear... Hummmmm!



terça-feira, 16 de abril de 2013

Doces de minha infância


Numa das esquinas por onde costumo passar encontrei um vendedor de doces. São aqueles que fizeram parte da  infância de quase todo mundo. Não resisto a um destes docinhos.

Geléia.


Doce de abóbora.

Doce de batata doce. 


Mas o de batata doce me levou a um tempo mais distante e me lembrei do Doce de Batata Jozélia.
Quando eu era menina, bem pequena , ainda na cidade que nasci, havia um homem chamado "Seu Zéo", que fazia o doce de batata doce mais gostoso que eu já comi na minha vida.Era um doce pastoso, amarelinho claro e cheiroso como ele só.
Eu ainda não tinha sete anos de idade e a lojinha ficava a poucos metros da minha casa na virada de uma das ruas. Minha mãe me dava o dinheiro e ficava na porta de casa me olhando, quando eu chegava na dobra da rua, olhava para trás pra ver se ela estava lá pra me sentir confiante.
Entrando na lojinha estendia a mão com o dinheiro e Seu Zéo já corria a me atender.
A medida era uma espátula de madeira, que Seu Zéo pegava com a mão direita e na mão esquerda, espalmada, ele colocava um pedaço de papel (não sei se já era papel manteiga) onde seria colocado o doce. Com um movimento lento, ele tirava a porção do doce de dentro de uma lata bem grande e colocava no papel.
Meus olhos de menina gulosa acompanhava todo aquele ritual. Quando ele me entregava aquele papel com o doce de batata doce, eu me transformava na menina mais feliz do mundo.
Era o Doce Jozélia, que Seu Zéo colocou em homenagem aos seus dois filhos José e Zélia.
A fábrica resiste ao tempo, agora com novos donos, mas que continua fazendo o doce de batata. muito gostoso e apreciado por todo o estado de Sergipe, arredores e outras estâncias mais distantes.

Nas minhas andanças pela internet encontrei a história do meu doce. Imagina como fiquei feliz! Pois confirmou toda esta minha lembrança de menina.
A história está AQUI.

Como não tenho foto do Doce de Batata Jozélia, deixo a foto dos três docinhos que também fizeram parte da minha infância.


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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Caldas de Açúcar



Caldas de Açúcar

Atingir o ponto certo para a calda de açúcar é muito importante para que os doces adquiram o sabor e a consistência desejados. A proporção, geralmente, é de ½ quilo de açúcar para cada 2 xícaras de chá de água.

Ponto de pasta – refere-se à quantidade de água que deve corresponder à metade do peso do açúcar. Mergulhe uma escumadeira no centro da panela; se a calda aderir e escorrer, formando uma espécie de cortina, estará no ponto.
É utilizada para cobrir bolos, biscoitos ou pães doces


Ponto de fio brando – pingue uma porção da calda num pires com água, deixe esfriar e pegue-a com o polegar e o indicador, fazendo movimentos de abrir e fechar os dedos. Se formar um fio quebradiço, a calda está no ponto.
É utilizada como base para cremes e docinhos.

Ponto de fio grosso – igual ao anterior, porém, ao testar a consistência da calda entre os dedos, o fio não deve se quebrar.
É utilizada como base para doces em pastas, geléias e recheios. 

Ponto de bala mole – pingue um pouco de calda em uma xícara com água fria e pegue-a com o polegar e o indicador. Deverá formar uma bolinha mole que perde a forma.
 È utilizada como base para balas, rapaduras e doces em pasta. 


Ponto de bala dura – igual ao procedimento anterior. Porém, ao testar a consistência da calda entre os dedos, você deverá obter uma bolinha que não perde a forma.
É utilizada como base para balas de coco, de ovos e para espelhar doces

Ponto de quebrar – pingue uma porção da calda numa xícara com água fria. Se ela estalar ao contato com a água e quebrar quando apertada com os dedos, está no ponto.
É utilizada como base para frutas cristalizadas, bom-bocado e baba-de-moça



Como estamos numa época de tantas festas, com tantas guloseimas, achei apropriado este texto que encontrei na revistinha COQUETEL, enquanto fazia minhas palavras cruzadas.

Todas as imagens foram tiradas da internet.

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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Cada açúcar no seu lugar, cada açúcar na sua hora


Açúcar... Hoje é dia de açúcar, pois estou precisando de doçura.
Eu quero a sua doçura no céu da minha boca. Seu doce sabor que agrada a quase todos os gostos e ainda é capaz de acalmar emoções.

Todo mundo sabe a fama do açúcar, esse doce vilão, que em excesso pode causar muitos males.
Mas verdades e mitos à parte, ele é uma fonte de prazer que nos acompanha desde a tenra infância, quando nos deliciávamos com os doces, os bolos, biscoitos ou as balinhas feitas por nossas avós, tias e mães ou compradas no armazém da esquina, na barraquinha em frente à escola.

Apesar de estar presente no mel, nos cereais, nas frutas, no leite e no malte, vem da cana-de-açúcar e da beterraba a versão mais comum do açúcar, sendo que aqui o comum mesmo é da cana-de açucar. É composto por cristais de sacarose e as formas de refino resultam diferentes tipos:
Rapadura, Melado, Açúcar Cristal, Refinado, Cande, Mascavo, Demerara, Açúcar de confeiteiro, Orgânico e outros mais.
Cada tipo tem uma aplicação, cada tipo dá uma receita diferente.

“Cada açúcar no seu lugar, cada açúcar na sua hora
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Só se pode fazer melado com rapadura. Só com ela se tempera café forte e autêntico. Só se pulveriza doce seco com o cristalizado. Só com o mulatinho se obtém o bom café-com-leite-de-açúcar-queimado. Para o doce de coco, baba-de-moça e quindim – o refinado. Para o de mamão verde, idem. Idem, ainda, para a cocada branca seca ao sol e para a cocada em fita. Para as cocadas raladas de tabuleiro de rua – o açúcar preto. E assim por diante.”
(Pedro Nava – no livro Baú de Ossos)

E veja só como é versátil!
Ele sozinho ou só com um pouco de água é capaz de se transformar em verdadeiras delícias, operando verdadeiros milagres na cozinha.
Ponto de calda, de caramelo, de bala dura, de bala puxa, alfenins e algodão doce são algumas das guloseimas que podemos obter dessa maneira tão simples, só variando quantidades, temperatura, tempo e técnica de preparo.

Alfenim é o que mais me agrada – doce delicado e suave, de origem árabe que nos chegou pelas mãos dos colonizadores portugueses.
Água, rapadura e vinagre ou limão ou ainda óleo de amêndoa, variando conforme a região. O segredo é acertar o ponto da calda, deixar amornar e começar a esticar a massa até ficar elástica e macia. Formam-se pequenos rolos e modela-se ao gosto de quem faz: flores, bonequinhos ou simples barrinhas.


Desde a madrugada estava acordada, mexendo a calda de açúcar, acrescentando-lhe o dedal de vinagre da receita. Agora, os alfenins, já prontos, secaram em seu tabuleiro, no parapeito da janela da cozinha. Fui ver aquelas cândidas figurinhas: lírios de pétalas frágeis, pombinhos unidos pelo bico, corações entrelaçados.
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Louco por doces, João se sentava num tamborete ao lado do fogão e ajudava-a a fazer o puxa-puxa. Os fios brancos se esticavam entre as suas mãos, de uma palma a outra – clara sanfona. E ele mesmo ficava com cheiro de calda queimada.”

(Heloneida Studart – no livro O pardal é um pássaro azul)


E, colocando leite de coco na receita dos alfenins, teremos deliciosas balas que derretem na boca e faz um bem danado ao coração.



A segunda foto são das minhas balinhas.
As outras são da Internet.
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domingo, 8 de novembro de 2009

Mel de Abelhas


O mel é ótimo alimento como fonte de energia, saboroso e altamente nutritivo.
Contém várias vitaminas do grupo B e também a vitamina C. pode ser usado como substituto vantajoso do açúcar. É de fácil digestão, pois uns 75% são formados de glicose e frutose, açúcares que são imediatamente absorvidos, sem necessitarem da ação dos sucos digestivos. Ajuda o organismo infantil a fixar o cálcio.
Não é de hoje, que são conhecidas as propriedades benéficas do mel.
No Egito era usado como anti-séptico e até mesmo na mumificação, devido ao seu poder preservador.
Na Grécia, eram tão respeitadas as suas qualidades, que o mel fazia parte das oferendas dedicadas aos deuses.
Os hindus, por sua vez, acreditavam nas propriedades antitóxicas e geriátricas do mel, por isso também o usavam como medicamento.

A sua história começa numa história de amor:
Logo ao nascer, a abelha rainha parte em vôo nupcial à procura de um zangão para fecundá-la. Depois da fecundação, que termina invariavelmente com a morte do macho, a abelha rainha volta à colméia e dá início à reprodução de sua dinastia.

As abelhas operárias saem em busca do néctar das flores para alimentar sua rainha. Esse néctar é entregue às “colmeeiras” que elaboram a substância depositando-a nos favos. Depois transforma o néctar em mel, através de enzimas produzidas por suas glândulas salivares.


O mel produzido por uma colméia de abelhas é quase sempre derivado de uma só espécie de flor. Cada flor determina um tipo diferente de mel com propriedades e indicações variadas.



1- Mel de laranja – excelente tônico digestivo, impede a fermentação no intestino e também funciona como calmante.
2- Mel de eucalipto – anti-séptico das vias respiratórias.
3- Mel de alecrim – ótimo nos casos de fatiga e cansaço. Fortificante na convalescença de doentes. Auxiliar no tratamento do fígado.
4- Mel de alfazema – indicado nos casos de asma, laringite e gripe, Ideal também como diurético, anti-reumático e como tônico para o coração.
5- Mel de girassol – excelente para o cérebro e glândulas em geral, devido ao seu alto teor de fosfato.
6- Mel de orégão – aconselhado para casos de reumatismo, asma, estômago e aerofagia.
7- Mel de flores silvestres – indicado como fortificante e também para a pele, vias respiratórias e sistema nervoso.


O mel também é muito utilizado na fabricação de produtos cosméticos pela sua ação regeneradora e nutritiva. O mel penetra na pele, aumenta sua emoliência e facilita suas trocas com os meios interno e externo.

Além do mais, ainda existe no mel o poder essencial dos florais e todos os constituintes químicos responsáveis pelos incontestáveis poderes da Aromaterapia.

Eis aqui uma boa receita: Mel da Boa Sorte

Junte a um copo de mel de flor de laranjeira, uma colherinha de cravo-da-índia, três pauzinhos de canela, uma colherinha de cristais de gengibre, uma fava de baunilha e uma pitada de cardamomo.
Coloque em um vidro escuro com tampa de madeira por três semanas, para que as essências das especiarias se dissolvam no mel.
Adoce a boca com essa mistura toda vez que tiver que tomar decisões mais importantes. Ela tem o poder de transmitir energia e vigor, ajudando a clarear os pensamentos.

Boa sorte!.