Lembranças, anotações, recortes de revistas, guardados ao longo de minha vida sobre diversos assuntos: Casa, Bem Estar, Estilo de Vida ... Idéias para copiar ou adaptar ao gosto pessoal. Enfim... coisas que falem ao coração.
Para a Graça Pereira, a receita dos docinhos de coco, que aqui chamamos de beijinhos e que nunca falta numa festinha de aniversário.
É uma das receitas mais simples e saborosa que já se viu.
Beijinhos de Coco
Ingedientes: Para o doce
200g de coco ralado
1 lata de leite condensado
1 colher de margarina sem sal
Para enfeitar
cravos da índia
açúcar cristal ou coco ralado
Coloque o coco ralado, o leite condensado e a margarina numa panela e leve ao fogo baixinho, mexendo de vez em quando com uma colher de pau. Quando a mistura criar consistência e ao passar a colher, aparecer o fundo da panela, está pronto o doce.
Deixe esfriar, faça as bolinhas e passe-as no açúcar cristal ou no coco ralado.
Espete um cravinho em cada bolinha e coma com muito prazer.
Nota: Pode-se usar coco seco em pacote ou o coco fresco ralado. Com o coco fresco fica mais saboroso.
Pode-se usar açúcar comum no lugar do açúcar cristal.
Esta receita dá pra fazer mais ou menos 30 docinhos do tamanho de uma uva grande.
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Uma sobremesa, por mais simples que seja, é a grande estrela da festa e, para este aniversário eu escolhi algumas delicadezas pela simples demonstração de afeto, em cor, aroma e sabor. Pela simples satisfação de viver este momento em que completo mais um ano da minha vida e feliz por ter pessoas amigas compartilhando comigo.
Detalhes felizes e gostosos que dão prazer:
Bolo de mel e bolinhos de chocolate – para o café da manhã;
Bolo de laranja com cobertura de chocolate regada com calda de pêssego e o pêssego, é claro!
Vinho do porto com bolo de laranja. Um mordida no bolo e um gole do vinho - combinação perfeita em sabor e aroma...
Pudim de leite é a grande estrela, com damasco e passas na calda caramelada....
Docinhos de coco... porque este não pode faltar em nenhum aniversário!!
Obrigada a todos que vieram compartilhar desta festa!
Acabei de ler um livro bastante interessante, um livro que contém coentros. Não é livro de receitas e nem fala de hortas, é simplesmente uma história que contém coentros.
O nome do livro: Adeus, Princesa Autora do livro: Clara Pinto Correia
Nesta história, a autora escolhe para protagonista alguém que não gosta de coentro. Ela mistura sonhos e sabores, críticas, paixões e tradições numa narrativa onde ficção e realidade se confundem numa incursão ao interior de Portugal, mais precisamente na região do Alentejo. Com muito domínio sobre a escrita ela narra uma história que como ela mesma o diz, contém coentros. Mas, a sua maior característica é a riqueza de detalhes, minuciosamente descritos, além de um toque de humor muito refinado.
“A mesa estava posta com uma toalha bordada, tinha malmequeres espalhados por toda a volta, louça de porcelana com flores azuis muito pequeninas, guardanapos de papel também azuis. Um grande jarro de vinho tinto ocupava-lhe o centro, e o pão fora cortado em fatias finas, distribuídas por dois cestos de verga forrados com paninhos brancos, de extremidades rendilhadas. Joaquim Peixoto, num brusco sobressalto, pressentiu nos odores que chegavam da cozinha o rasto traiçoeiro dos coentros.” ............................................................................................ “Lombo de porco, uma verdadeira especialidade, acompanhado de salada. Era na salada que se escondiam os coentros, incontáveis, picadinhos, impossíveis de despistar ou de chegar discretamente para o lado com os dentes do garfo. Joaquim Peixoto odiava coentro.”
E já que é uma história com coentros, que tal preparar uma bela salada com essas tão cheirosas folhinhas?
- Tomates Cereja - Muzzarela de búfala - Coentro picadinho - Misturar tudo e regar com azeite.
- Ovo cozido amassado com o garfo ainda quente - Coentro picadinho - Legumes cozidos - Misturar tudo e regar com azeite.
E comer à vontade, desde que se goste de coentros, é claro! (rsss.)
A livraria trazida de Lisboa por D. João VI compunha-se de 14.000 volumes, além de 6.000 manuscritos. Por ocasião do regresso da família real, grande parte dos manuscritos voltou a Portugal. No ajuste das contas da Independência, D. Pedro I mandou pagar pela biblioteca quatrocentos contos de réis, ordenando que fosse franqueado ao público (alfabetizado?) transformando-se em Biblioteca Nacional.
Memórias da Cidade do Rio de Janeiro, Vivaldo Coaracy ...................................................................
Querido Diário... 1º Dia: Já estou preparada para fazer este maravilhoso Cruzeiro, presente do meu marido... Vim sozinha e trouxe na mala as minhas melhores roupas! Estou excitada!
Querido Diário... 2º Dia: Foi lindo, vi alguns golfinhos e baleias! Que viagem maravilhosa estou a começar a gostar...! Hoje encontrei-me com o Capitão, que por sinal é um belo homem!
Querido diário... 3º Dia: Hoje estive na piscina. Fiz também um pouco de jogging e joguei mini-golfe. O Capitão convidou-me para jantar na sua mesa. Foi uma honra e a noite foi maravilhosa. Ele é um homem muito atraente e culto.
Querido diário... 4º Dia: Fui ao Casino do navio! Tive muita sorte, pois ganhei €80. O Capitão convidou-me para jantar com ele no seu camarote. A ceia foi luxuosa com caviar e champanhe. Depois de comermos ele perguntou se eu ficaria no seu camarote, mas recusei o convite. Disse-lhe que não queria ser infiel ao meu marido.
Querido diário... 5º Dia: Hoje voltei à piscina para me bronzear um pouco. Depois, decidi ir ao Piano Bar e passar ali a tarde. O Capitão viu-me e convidou-me para tomar um aperitivo. Realmente ele é um homem encantador. Perguntou-me de novo se eu queria visitá-lo no seu camarote naquela noite. E eu lhe disse que não, que era casada! Então ele disse que se eu continuasse a responder não, que iria afundar o navio! Fiquei aterrorizada!
Querido diário... 6º Dia: Hoje salvei 1600 pessoas... Três vezes!!!
O mais novo blog da Jacque, onde ela mostra mais uma vez, o seu bom gosto e sensibilidade e, que gentilmente me convidou para ser madrinha. Um blog onde as imagens falam por si mesmas, com muita delicadeza e suavidade. Você está convidado(a) a visitar o "Jardim das Borboletas".
Eu o chamava de "Velhinho" e ele me chamva de "Menininha". Era uma troca justa, visto que ele devia ter seus noventa anos, enquanto eu, andava lá pelos meus oito ou nove anos. Ele contava as bananas e as embrulhava em folhas de jornal. Suas mãos eram compridas, trêmulas e se moviam sem pressa, como quem tinha todo o tempo do mundo. Eram bananas d'água e, o seu cheiro se misturava ao cheiro do jornal. Com que prazer eu comprava aquelas bananas. Ele sempre colocava uma a mais.
Tinham as cascas amarelas esverdeadas com muitas pintas marrons. Eram frutas macias, cheirosas e gostosas. Chegando em casa, pegava uma banana, descascava e, com os dedos, seguindo a linha central, ao longo de sua forma, separava as três partes, admirando as pequenas sementinhas que ela guardava. E saboreava cada pedaço sem pressa, sentido seu cheiro, seu gosto doce e macio...
Cheiro, sabor e cor... dispostas em leques separados dos cachos enfeitando o velho balcão de madeira.
Agora, nos mercados elas têm selo... são bananas com grife e, são vendidas a peso! Onde já se viu pesar bananas?! Bananas têm que ser vendidas por dúzia, contadas uma a uma. Por isso eu prefiro comprá-las na feira ou nos barraqueiros das esquinas e.. sempre lembrar do "Velhinho".
Foto tirada no calçadão da Rua do Catete - RJ. ..........................................................
Simão Pedro que nos evangelhos aparece como um pescador, era um homem de temperamento espontâneo e impulsivo, capaz de defender seu Mestre e, logo adiante, fingir que não o conhece. Esse personagem fascinante e contraditório se transformará, depois da morte do Mestre, no líder sólido e determinado dos seguidores da doutrina de Cristo. São Pedro, segundo a tradição católica, foi nomeado chaveiro do céu. Assim, para entrar no paraíso, é necessário o seu consentimento.
“Santo Antônio casa / São João batiza / Pra entrar no céu São Pedro é quem autoriza”
Dizem que Santo Antônio arranjava logo marido, São João escolhia mais, e o melhor marido era arrumado por São Pedro, pois o santo fazia as coisas bem feitas. Como bom pescador que era sabia amarrar bem as coisas.
E muitas são as sortes para serem feitas no seu dia por aquelas que ainda não haviam arranjado um casamento. E ainda, como Guardião dos Céus, ele também ajudava a proteger as casas.
Simpatia da proteção da casa No dia de São Pedro coloque dentro de um copo com água a chave da porta de entrada da sua casa e diga: "São Pedro, proteja minha casa, assim como protege de intrusos o céu; afaste todo e qualquer mal da minha casa e com a ajuda do anjo guardião, não deixe entrar nenhum ladrão".
Simpatia para casa nova No dia de São Pedro, coloque uma chave nova debaixo do seu travesseiro. Embrulhe-a em um papel branco com três pedidos e descreva como você desejaria que fosse sua nova casa. Deite-se mentalizando que São Pedro e seus anjos estarão durante a noite procurando a casa dos seus sonhos.
Simpatia para alugar um imóvel: Tomar um banho de alecrim ou um banho comum. Durante o mesmo, mentalize coisas boas, pedindo inclusive o refazimento de suas energias. Em seguida, vista uma roupa clara, pegue uma chave qualquer, chegue à janela e, olhando para o céu, diga:
"São Pedro da Terra,São Pedro do Ar! Ajuda-me, por caridade, porque preciso o meu imóvel alugar. São Pedro do Céu, São Pedro do Mar! Ajuda-me, por piedade, porque tenho necessidade do meu imóvel alugar. Assim que meu pedido for atendido, te darei uma chave nova de presente, E muito mais que tudo, meu amor, minha gratidão, meu coração."
Quando for atendida, compre a chave, embrulhe num papel branco ou verde, deixando-a na praia ou na igreja; depois, acenda uma vela verde para São Pedro. Se você fizer a simpatia com fé, com certeza dará certo!
..................................................................................................................................................................... Nas comemorações da festa de São Pedro, também são encontrados os componentes dos festejos juninos, muita comida e muita dança, sendo os fogos e o pau-de-sebo as principais atrações de sua festa.
Por ser considerado o protetor dos pescadores, também é festejado com a realização de grandes procissões marítimas e fluviais nas várias regiões do Brasil. Sua imagem é levada em um barco, seguido por vários outros, na sua maioria pequenos ou jangadas artesanais. É também considerado o santo protetor das viúvas. Estas, então, são encarregadas da organização das festas em seu louvor, realizando procissões com muitas rezas fervorosas.
A tradicional procissão de São Pedro sai às águas do rio Parnaíba,em Teresina, no estado do Piauí levando a imagem do padroeiro dos pescadores. E dezenas de outros barcos acompanham por amis de 1 hora. ..............................................................................
Há, por parte do povo, uma certa intimidade e liberdade no tratamento com São Pedro, pelo temperamento benevolente do santo e por ele ser o “Guardião do Céu”. Chover é obra de São Pedro. Quando os trovões começam a aturdir e as crianças choram, as mães as consolam: "é a barriga de São Pedro roncando" ou "ele está mudando os móveis de lugar” E quando a chuva cai: “É São Pedro lavando os assoalhos do céu”
Para se entrar no céu é necessário que o santo-chaveiro abra as portas. Embora simbolizado como velho, não o respeitam devidamente. De maneira impiedosa e desrespeitosa é alvo de milhares de anedotas, algumas inocentes, outras picantes. Serve para comparar e justificar os erros humanos: "... se até São Pedro errou, posso errar também"
Em alguns lugares do Brasil, no dia de São Pedro, todos os que receberam seu nome devem acender fogueiras na porta de suas casas. Além disso, se alguém amarrar uma fita no braço de alguém chamado Pedro, este tem a obrigação de dar um presente ou pagar uma bebida àquele ou aquela que o amarrou, em homenagem ao santo. ..................................................................................... E, entre outras festas, nas homenagens a São Pedro no Centro-Oeste, região pantaneira, a dança do Siriri é presença obrigatória. O nome siriri pode estar relacionado com o termo siriricar, usado por pescadores da região, que significa dar um puxão no anzol. Quando dançam os homens fazem um cumprimento para a dama como se estivessem siriricando para ela. Podemos ver no vídeo uma apresentação dessa dança folclórica.